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28 de out de 2015

Querido John, de Nicholas Sparks

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Olá gente, aqui é a Stella de novo e hoje eu venho trazer para vocês uma resenha de livro. O livro da vez é Querido John, de Nicholas Sparks.

John é um homem sensível e encantador. Mas quando era um adolescente, era rebelde e causador de problemas.
Seu pai era um homem quieto e misterioso, e o garoto sentiu falta de um pouco de carinho na infância. John acreditava que era a personalidade de seu pai, e que pudesse ser falta de amor e consideração pelo filho. Sua mãe nunca esteve entre eles então a família eram somente os dois.
Seu pai possuía uma pequena fortuna com sua coleção de moedas antigas, mas mesmo assim os dois moravam em uma casa pequena e John nunca tinha dinheiro para se divertir com seus amigos.
Concluindo que era tudo egoísmo de seu pai, se tornou um adolescente problemático como mencionei antes, e então ao se formar no ensino médio gastou cada dólar que recebeu com diversão.
Anos mais tarde, John percebeu que não estava indo a lugar nenhum com suas atitudes e sem esperança de conseguir entrar em uma faculdade, se alista em quatro anos de serviço no exército. Lá ele amadurece e ganha afeto pelo pai, e quando recebe uma licença de seus serviços, volta para casa por duas semanas. Neste tempo ele conhece Savannah, uma garota da faculdade que estava fazendo serviço voluntário por ali. Por fim, acabam se apaixonando e se envolvendo numa linda e dolorosa história de amor, que os dois mantiveram a distância por anos.
Através do livro podemos ter contato com os casais que vivem a centenas de quilômetros de distância e se despedaçam a cada dia com a saudade do toque e da presença do seu companheiro, e que acima de tudo contam os dias para se encontrarem. Foi difícil para os dois uma vez em que John serve para o exército na Alemanha e Savannah vive nos EUA. Os dois não podiam imaginar o que essa distância os trariam mais tarde, incluindo a grande e falada carta mencionada na capa do livro. Imaginei uma carta chocante, deprimente e assustadora. Mas não. É somente triste, porém algo que todos esperavam.
Querido John não me surpreendeu como eu achei que iria. Ao selecioná-lo para ler imaginei que fosse ser algo esplêndido como a minha experiência com A última música, mas acabei notando uma similaridade com a forma com que o Nicholas Sparks escreve seus livros. Talvez quando eu ler outro livro dele eu comprove se é realmente o que eu percebi atualmente ou se na verdade a similaridade é somente com esses dois livros em questão.
A grande verdade é que Querido John, em minha opinião, é um bom livro para atrair novos leitores. A história é bonita, as frases são reflexivas, os acontecimentos são envolventes e o leitor não tem vontade de largar o livro. Mas creio que eu estou com pouco saco para romancezinhos então as partes melosas que aconteciam entre os personagens principais acabou me cansando um pouco. Mas em geral o livro é lindo, a leitura é muito gostosa e o final é completamente inesperado. Algo que me intrigou tanto neste, como em A Última Música, é a forma como o autor finaliza os seus livros. Por que diabos ele pausa a história no momento em que ela está e pula para um momento no futuro com o epílogo? Talvez essa seja uma característica que muitos gostem no escritor, mas eu sou uma das pessoas que acham que isso não é muito legal. O bom é que o livro termina com uma cena tão linda que mesmo se o livro fosse horrível, quem leu até o fim ia acabar gostando dele.
De zero á dez eu dou ao livro uma nota sete. Porque talvez eu gostasse de ler de novo num futuro distante, mas não foi um livro que se destacou entre outros romances para mim. De fato eu o recomendaria, mas somente para adolescentes e jovens pouco mais velhos que 21 anos, não sei se um adulto nos seus 35 anos ia dar a mesma nota que eu atribui á este livro. Porém, Nicholas Sparks não decepcionou e mereceu toda a fortuna que ganhara com o livro que escreveu.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado da resenha. Bejinhos ~
Stella Luz